O doce olhar do amor

Cláudia de Marchi Não existe amor cego, existe obliteração de defeitos graças a tal nobre sentimento. “Ah, mas quem ama o feio bonito lhe parece”, não, não parece: a pessoa sabe da ausência de proporção áurea de quem está ao seu lado, porém lhe ama apesar da feiura, da falta de graça ou qualquer coisa que o valha. A pessoa ama, porque estar na companhia … Continuar lendo O doce olhar do amor

As facetas controversas da criatura corna

Cláudia de Marchi A infidelidade conjugal costuma ser o maior temor de pessoas que vivem relações monogâmicas. Trata-se de um medo natural, pois o ser humano teme e evita a rejeição. É demasiado ardido para o ego ser substituído na vida de quem se ama, ainda que temporariamente, por outra pessoa. De acordo com Maria Rita Kehl, para a ferida narcísica a viuvez é menos … Continuar lendo As facetas controversas da criatura corna

Sobre a modéstia e a obediência

Cláudia de Marchi Considero o retrato da hipocrisia humana a modéstia, a obediência e a resignação serem consideradas virtudes. Quanto a última, não nego, é necessária, a vida nos obriga pena de ensandecermos ou terminarmos encarcerados num presídio, entretanto, pratico o estoicismo sem me afastar de certa revolta íntima: sou uma irresignada aceitando o que não pode mudar, apenas e tão somente, porque não há … Continuar lendo Sobre a modéstia e a obediência

Assédio no meio acadêmico: o casamento do egoísmo sórdido e da irresponsabilidade

Cláudia de Marchi Hoje eu poderia escrever uma crônica sobre o Dia dos Namorados, afinal, apesar de eu achar uma data comercial e que todos os dias são dias de celebração amorosa, muitas pessoas a valorizam. Quando eu namoro, noivo ou caso, também valorizo, neste momento, solteira e na minha melhor fase desde o final de 2022, sinto alívio e paz. Portanto, a minha ode … Continuar lendo Assédio no meio acadêmico: o casamento do egoísmo sórdido e da irresponsabilidade

Quando o exibicionismo e a burrice se encontram: a prefeita de biquíni e outros casos

Cláudia de Marchi A internet é para mim, frequentemente, uma forma de saber de coisas cuja existência me envergonha, eis o caso das bets, dessa horda de influenciadores digitais abomináveis e de seus seguidores tão idiotas e fúteis quanto os seus ídolos, da criatura verborrágica definida por um bando de néscios como “comediante” entre outras vergonhas. Entre tais vexames tomei conhecimento de uma prefeita que … Continuar lendo Quando o exibicionismo e a burrice se encontram: a prefeita de biquíni e outros casos

Um pouco de misandria contra muito machismo

Cláudia de Marchi Homens são, em sua maioria, seres bastante medíocres, infantis e vulgares. Essa maioria é homoafetiva: gosta de ter sexo com mulheres, mas não as admira e detesta aquelas que se opõem, sem medo de perder o seu apreço ou companhia, às suas limitações idiotas. Existem homens nutridores de medo e raiva de mulheres que expressam seus pensamentos e sentimentos. Para tais bípedes … Continuar lendo Um pouco de misandria contra muito machismo

Viva aos relacionamentos sólidos!

Cláudia de Marchi Recentemente, o Facebook me lembrou de algumas das matérias internacionais que me noticiaram após o meu sucesso na Folha de S. Paulo. No Reino Unido foram o The Sun, Mirror, Daily Mail e Daily Star, também fui notícia no Siri Lanka, no México e na Bélgica, posteriormente na Espanha, Itália e em países cujos idiomas eu desconheço. Todos falaram que sexo era … Continuar lendo Viva aos relacionamentos sólidos!

Etarismo e o “divórcio cinza”

Cláudia de Marchi Essa semana resolvi me debruçar sobre a pauta do etarismo. Questão que massacra homens e mulheres obliterando a evolução pessoal de cada um e as vivências que nos modificam sem nos moldar, pois são constantes. Essa crônica aborda o assunto independentemente do gênero sem olvidar do fato que o “divórcio cinza” é respaldado pela independência financeira feminina: depender de homem para satisfazer … Continuar lendo Etarismo e o “divórcio cinza”

Etarismo, a recepção de Odete Roitman em 2025 e outras elucubrações

Cláudia de Marchi Viver é um eterno “estarmos sendo” até deixarmos de ser. Nós nunca somos, nós sempre estamos, eis a neuroplasticidade provando, cientificamente, que nem mesmo o nosso cérebro hoje é o mesmo de outrora. Na ordem da vida não há, quase sempre, nenhuma margem para o “pra sempre”, pois somos seres em constante estado de mudança e adaptação: aos trinta não somos quem … Continuar lendo Etarismo, a recepção de Odete Roitman em 2025 e outras elucubrações

Gustavo Pena – El Príncipe.

Por Adrian Sosa Creo que casi todo está escrito. Pero hay veces que pasamos por momentos, al escuchar músicas o recordar fechas, que nos traen recuerdos y nos mueven profundamente ¿Que es eso sino festejar la vida? Recordar y agradecer, volver en una frase de canción a la matriz de la existencia, volar en un fraseo que se disuelve buscando una melodía. Aquella melodía de … Continuar lendo Gustavo Pena – El Príncipe.