Parque da Redenção recebe celebração especial pelos Povos Indígenas neste domingo

Foto: IECAM. Divulgação

Neste domingo, 27 de abril, o Parque da Redenção, em Porto Alegre, será palco de uma programação especial em homenagem ao Dia (19/04) e ao Mês dos Povos Indígenas. A iniciativa, promovida pelo Instituto de Estudos Culturais e Ambientais (IECAM), ocorrerá das 10h às 18h, no Brique da Redenção, em frente ao Monumento ao Expedicionário.

A atividade integra a 4ª fase do Projeto Ar, Água e Terra, realizado com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. Mais do que uma celebração simbólica, o evento tem como objetivo ampliar a visibilidade das culturas indígenas, especialmente da etnia Mbyá Guarani, e criar um espaço de escuta, troca e reconhecimento entre povos originários e a população urbana.

Durante o dia, o público poderá:

  • Conhecer o artesanato indígena produzido nas aldeias;
  • Conversar com integrantes do Projeto;
  • Acessar materiais informativos sobre práticas sustentáveis em territórios indígenas;
  • Compreender como comunidades de dez municípios gaúchos estão implementando ações de preservação ambiental e valorização cultural.

A proposta também visa fortalecer vínculos entre parceiros, apoiadores e colaboradores do projeto, além de aproximar a sociedade dos saberes tradicionais e discutir a importância da biodiversidade cultural e ecológica do Rio Grande do Sul.

O evento reforça a necessidade de inserção dos povos indígenas nos debates ambientais contemporâneos, destacando seus saberes ancestrais como estratégias para a sustentabilidade atual.

Contexto histórico

O Dia dos Povos Indígenas, celebrado em 19 de abril, foi instituído no Brasil em 1943, inspirado no Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México em 1940. O encontro marcou o início da articulação internacional pela defesa dos direitos, culturas e territórios dos povos originários.


A atividade no Parque da Redenção é um convite aberto à toda a comunidade para celebrar, aprender e reconhecer a riqueza e a diversidade dos povos indígenas, fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e plural.