Palácio Piratini abre para visitação nos dias 29 e 30 de março

O Palácio Piratini, sede do governo do Rio Grande do Sul, estará aberto ao público nos dias 29 e 30 de março, marcando o início das visitações especiais de final de semana em 2025. As inscrições gratuitas estarão disponíveis a partir desta segunda-feira (24), ao meio-dia, no site oficial do Palácio.

Após uma pausa entre novembro e fevereiro, o programa de visitas retorna com um roteiro ampliado, permitindo que os visitantes conheçam não apenas a Ala Governamental, mas também a Ala Residencial, normalmente restrita ao público.


Detalhes da visitação

📍 Local: Palácio Piratini – Porto Alegre, RS
📅 Datas: 29 e 30 de março de 2025
⏳ Duração: Aproximadamente 1h10
👥 Vagas: Máximo de 35 participantes por grupo
🎟 Inscrições: A partir de segunda-feira (24/3), às 12h, no site do Palácio, na aba “Agende” https://palaciopiratini.rs.gov.br/visitas-guiadas

Horários das visitas

🕘 Sábado (29/3): 9h, 10h e 11h
🕘 Domingo (30/3): 9h, 10h, 11h, 14h, 15h e 16h

Durante o tour, os visitantes serão acompanhados por servidores do Palácio, que compartilharão informações sobre a história, arquitetura e acervo artístico do edifício.


O que os visitantes poderão conhecer?

Ala Governamental

🔹 Vestíbulos e salões nobres
🔹 Antessala e gabinete oficial do governador

Ala Residencial

🔹 Salão de Banquetes
🔹 Salão dos Espelhos
🔹 Jardim com a escultura A Primavera, de Paul Landowski


Experiência diferenciada para o público

O roteiro especial de final de semana foi criado para atender pessoas que não podem visitar o Palácio em dias úteis. Além disso, ele proporciona uma experiência mais completa, com um percurso mais extenso do que o oferecido de segunda a sexta-feira.

As vagas são limitadas a 35 participantes por grupo, e a procura costuma ser alta. Para garantir a participação, é recomendável realizar a inscrição assim que o agendamento for liberado.

Para mais informações e agendamentos, acesse o site do Palácio Piratini a partir de segunda-feira (24/3), ao meio-dia.

1894. Júlio de Castilhos, então presidente do Rio Grande do Sul, decide que o Estado precisa de uma nova sede. Encomendou, então, a Affonso Hebert, diretor interino da Diretoria de Obras Públicas, Terras e Colonização da Secretaria de Obras Públicas (SOP), um projeto para o novo Palácio.